Thursday, January 08, 2009

Rosa Nocturna

Floresce por dentro da imensidade
Como um sorriso plantado nos olhos do infinito
E revolvido em lágrimas de sangue.

Dorme na minha pele a voz de um grito,
O cântico do abismo adormecido na voz
Da rosa que desfalece por dentro do meu peito.

Fenece no silêncio de um soturno torpor,
Fúnebre pedra tumular de espelhos
Repousando sobre a putrefacção dos séculos…

1 comment:

Betty Branco Martins said...

._________querida Carla




_____ainda não "abri o Fragmentos" só para a semana




.mas passei para ler um pouco _______a tua poesia



e








deixar-te



um





beijO_______ternO